ESCLARECENDO

Pretendo postar pensamentos, crônicas, musicas e poesias; refazendo em miniatura o universo que absorvo a cada experiência no centro desse infinito, que pode eternizar ou banalizar a idéia toda. Esse espaço tem apelo confessional-autoral e poderá na melhor das hipóteses virar um elixir que maltrata a alma em goles de satisfação. Por vezes será mais sincero que a verdade, instintivo, quase irracional, como o lampejo de fé de um ateu antes de seu mundo desmoronar, o beijo roubado, a compaixão do assassino com a sua vítima segundos antes de matá-la e por vezes será pragmático e crítico, afinal precisamos da dose certa de veneno pra sobreviver. Lembrando que a causa maior de estar aqui é porque no princípio a filosofia era uma besteira, e as grandes besteiras consideradas a filosofia a ser seguida; então quando reijeitarem suas idéias, mantenhas a salvo, pois no futuro podem ser o único meio de outros seres perceberem que a razão da humanidade não passou de um grande mito.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Vestida Pela Natureza

Ela veio assim
Como sonhei
Nua de fraqueza
Mas tão pura
Nem notei
Seu vestido de natureza
Com vales, abismos e fontes
Nascentes de riquezas aos montes

CARETAS CANALHAS TENTARAM A DENEGRIR
POR ARRISCAR SE DESCOBRIR

No chão um jeans
Na mente torpe
Delírios sem fim
Em tal mel 
Até solidão
É multidão pra mim
Com vales, abismos e fontes
Nascentes de riquezas aos montes

CARETAS CANALHAS TENTARAM A DENEGRIR
POR ARRISCAR SE DESCOBRIR
NOSSA BRISA ATENTA AO PUDOR
DA BOCA PEÇONHENTA AMARGOR